SUBSERVIÊNCIA DO TRABALHADOR DO CORTE DA CANA NO AGRONEGÓCIO CANAVIEIRO (the subservience of the cut the cane worker in agribusiness sugarcane)
Resumo
A nova configuração do espaço agrário brasileiro é fortalecida com crescente processo de expansão e obtenção do lucro a partir do agronegócio, em específico o da cana-de-açúcar. O modelo agroindustrial da cana se fortalece num processo concentracionista tanto da posse quanto da propriedade da terra, mostrando, em termos estruturais, a noção do sistema capitalista com as suas contradições. Sendo assim, a relação capital-trabalho se estabelece de forma contraditória nas amarras do capital gerando a precarização e/ou temporalidade do trabalho. As mazelas estabelecidas no território da cana têm a condição da lógica desigual e combinada do capital, em que a parte que perde nessa condição é a do trabalhador que para sobreviver fica subserviente assumindo trabalhos precarizados ou mesmo subumanos, gerando as formas de travestimento do trabalho “escravo”.Palavras-chave: Agronegócio, Relação capital-trabalho, Trabalho precarizado, Estado.
ABSTRACT
The new configuration of the Brazilian agrarian is strengthened with increasing expansion and obtain profit from agribusiness, specifically that of cane sugar. The sugar cane agro-industrial model is strengthened in a process concentrationist wellas ownership of land, showing, in structural terms, the notion of the capitalist system with its contradictions. Thus, the capital-labor ratio is established in a contradictory manner in the bonds of capital generating instability and /or timeliness of the work. The ills established in the condition of sugar cane have the uneven and combined logic of capital, in which the losing party in this condition is the worker who is subservient to survive taking precarious jobs or even subhuman, creating forms of cross-dressing labor “slave”.
Key words: Agribusiness, Capital-labor ratio, precarious work, State.
RESUMEN
La nueva configuración de la agraria brasileña se fortalece con la creciente expansión y obtener los benefícios del sector agroindustrial, específicamente el de la caña de azúcar. La caña de azúcar modelo agroindustrial se fortalece en un proceso de concentrationista sí como la propiedad de la tierra, que muestra, en términos estructurales, la noción deque el sistema capitalista con sus contradicciones. Por lo tanto, la relación capital-trabajo se establece de manera contradictoria en los bonos de capital de generación de inestabilidad y / o actualidad de la obra. Los males establecidos en la condición de la caña de azúcar tiene la lógica desigual y combinado de la capital, en el que la parte vencida en esta condición es el trabajador que está al servicio de sobrevivir tomando empleos precarios o subhumanos, incluso,crear formas de travestismo laboral “esclavo”.
Palabras clave: Agronegocios, Relación capital-trabajo, Trabajo precário, Estado.
Publicado
28/07/2014
Como Citar
SHIMADA, Shiziele de Oliveira.
SUBSERVIÊNCIA DO TRABALHADOR DO CORTE DA CANA NO AGRONEGÓCIO CANAVIEIRO (the subservience of the cut the cane worker in agribusiness sugarcane).
Mercator, Fortaleza, v. 13, n. 2, p. 145 a 154, jul. 2014.
ISSN 1984-2201.
Disponível em: <http://www.mercator.ufc.br/mercator/article/view/969>. Acesso em: 12 fev. 2026.
Edição
Seção
ARTIGOS
Palavras-chave
Agronegócio; Relação capital-trabalho; trabalho precarizado; Estado
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à MERCATOR o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License, que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
- Autores são responsáveis pelo conteúdo constante no manuscrito publicado na revista.



