ANÁLISIS MULTITEMPORAL DEL CAMBIO DE LA MARGEN FLUVIAL EN LA CONFLUENCIA DE LOS RÍOS AMAZONAS Y TAPAJÓS UTILIZANDO HERRAMIENTAS GEOESPACIALES
Resumen
En la confluencia de los ríos Amazonas y Tapajós (Santarém), ocurren cambios significativos en la geomorfología del lecho, causados por la dinámica fluvial que intensifica los fenómenos de erosión/retroceso ( ̈terras caídas ̈) y/o acreción ( ̈terras acrescidas ̈). La Línea de Banco (LB) es un accidente geomorfológico sujeto a cambios topográficos, que pueden ocurrir a lo largo del tiempo, dependiendo de la ocurrencia de eventos de alta energía, neotectónicos o antrópicos. La posición de la LB es un indicador de la dinámica fluvial, cuya posición varía en el tiempo y el espacio, produciendo movimiento hacia la parte interna de las tierras (erosión); o hacia el agua (acreción) y la ausencia de desplazamiento registrado sugiere estabilidad. Este artículo analiza la variación multitemporal (1995 a 2021) de la LB en la confluencia de los ríos Amazonas y Tapajós (Santarém), utilizando el Sistema Digital de Análisis de Línea de Costa (DSAS) y métodos batimétricos. Los resultados demuestran que en las márgenes del río Tapajós la dinámica es diferente: a la izquierda, predomina la erosión con un 91,38 %, y a la derecha, la acreción es muy alta, con un 74,35 %. En los sectores I y II del río Amazonas, ambas márgenes se ven afectadas por la erosión, con un 60 % y un 80 %, respectivamente. Las tasas medias de BL fueron de -102,02 en el NSM, -3,91 en el EPR y -4,42 en el LRR. Las tasas medias de BL fueron de -102,02 en el NSM, -3,91 en el EPR y -4,42 en el LRR.
Palabras-clave: Bajo Amazonas; Deslizamientos de tierra; Línea de ribera; Tierras elevadas; DSAS.
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